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A segunda edição do Prémio Sonae Media Art teve lugar em 2017. A escolha dos cinco artistas, André Martins, André Sier, Nuno Lacerda, Rodrigo Gomes e Sofia Caetano, foi feita por um júri de seleção, integrado por Teresa Cruz (investigadora, especialista em Teoria dos Media e das Artes Contemporâneas e docente universitária), António Sousa Dias (compositor, investigador nos domínios do multimédia e da instalação e docente universitário) e Adelaide Ginga (curadora e historiadora da arte), que avaliou 147 candidaturas com base na análise de trabalhos anteriores já feitos pelos concorrentes, privilegiando não só as dinâmicas interdisciplinares demonstradas nos percursos artísticos, como a qualidade concetual, inovação de projeto e entendimento do conceito media art.

O júri de premiação, constituído por Filipa Oliveira (curadora e atual diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora), Nuno Crespo (docente universitário e investigador nas áreas da estética, teoria e crítica da arte, arquitetura e filosofia) e Rasmus Vestergaard (diretor e curador-chefe do DIAS –Digital Interactive Art Space, o primeiro kunsthalle dinamarquês com um foco específico em media art e arte digital) selecionou por unanimidade o artista Rodrigo Gomes como vencedor da segunda edição com a obra Estivador de Imagens.



A primeira edição do PRÉMIO SONAE MEDIA ART teve lugar em 2015. De um universo de 174 candidaturas rececionadas, 128 foram aceites para escolha dos cinco finalistas.

Diogo Evangelista, Patrícia Portela, Rui Penha, Tatiana Macedo, bem como o coletivo Musa paradisíaca composto por Miguel Ferrão e Eduardo Guerra, foram os artistas selecionados pelo júri de seleção composto por Emília Machado (curadora do MNAC), Natxo Checa (curador e produtor na galeria ZDB, Lisboa) e Sandra Vieira Jurgens (Crítica, historiadora de arte e editora).

Os cinco artistas finalistas apresentaram um conjunto de obras inéditas que evidenciaram a complexidade de linguagens artísticas que o conceito de media art envolve. Os projetos desenvolvidos permitiram questionar os limites percetivos da arte, colocando conceitos como a interatividade, o carater performativo e imersivo, em destaque na formulação do diálogo com o espetador.

O júri de premiação foi constituído por João Silvério (curador de arte contemporânea), Lori Zippay (diretora executiva da Electronic Arts Intermix em Nova Iorque) e Marco Martins (cineasta).