Edições Anteriores

A primeira edição do PRÉMIO SONAE MEDIA ART teve lugar em 2015. De um universo de 174 candidaturas rececionadas, 128 foram aceites para escolha dos cinco finalistas.

Diogo Evangelista, Patrícia Portela, Rui Penha, Tatiana Macedo, bem como o coletivo Musa paradisíaca composto por Miguel Ferrão e Eduardo Guerra, foram os artistas selecionados pelo júri de seleção composto por Emília Machado (curadora do MNAC), Natxo Checa (curador e produtor na galeria ZDB, Lisboa) e Sandra Vieira Jurgens (Crítica, historiadora de arte e editora).

Os cinco artistas finalistas apresentaram um conjunto de obras inéditas que evidenciaram a complexidade de linguagens artísticas que o conceito de media art envolve. Os projetos desenvolvidos permitiram questionar os limites percetivos da arte, colocando conceitos como a interatividade, o carater performativo e imersivo, em destaque na formulação do diálogo com o espetador.

O júri de premiação foi constituído por João Silvério (curador de arte contemporânea), Lori Zippay (diretora executiva da Electronic Arts Intermix em Nova Iorque) e Marco Martins (cineasta).

Ponderados todos os fatores subjacentes à essência do prémio e às obras apresentadas o júri selecionou por unanimidade a artista Tatiana Macedo como vencedora da primeira edição do PRÉMIO SONAE MEDIA ART. O Júri considerou que a obra apresentada, intitulada 1989, era a mais bem articulada, coerente e aprofundada nos seus múltiplos aspetos artísticos e conceptuais. A obra 1989 explorava o meio videográfico e fílmico, através de uma tripla projeção com som espacializado, duma forma pessoal e sensível, relcionando o individual com o político.